O mal que fazemos ecoa no universo, da mesma forma que o bem ressoa, eis a justiça divina, representada pela balança, que nos oferece dois lados, cabe a nós, na condição de seres racionais e quando muito, emocionais, decidir o caminho a seguir.
Não há um caminho a seguir, assim como não há vários caminhos, há uma verdade que assim como o rio poderá desmembrar-se em diversos afluentes, todavia, o seu leito corre obstinado para o seu destino final, fundir-se ao mar.
Pergunte a sua alma, aonde está o mar, teria você esquecido?
O turbilhão que rompe o silêncio do ouro de seu coração, ofusca o som divino do mar?
Aonde encontrá-lo?
Meu deus, que desespero, que vazio, você dirá, ao que eu vos digo, olhe profundamente nos olhos do outrem, conseguirá visualizar o referido mar, olhe atentamente para si, sonde vossas profundezas, escutará o som do universo.
Lembre-se, onde existe água, existe vida.
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