O tempo e os ruídos se silenciam. Agora, meus olhos e mente percorrem a senda infinita do conhecimento.
Cada palavra é um fragmento de mim, e como tal, necessita de junção para que eu me conecte à minha essência. No final, tudo se resume à unidade, ao alinhamento de nossas naturezas.
E eis que eu, absorto em minha caverna, me utilizo da escrita para promover a ordem do meu caos, pois, reiterada vezes, tento silenciar meus pensamentos, mas são como nascentes infinitas que jamais deixam de brotar.
Como podemos impedir o fluxo da vida, se esta nos é inerente? Eu quero mais é me banhar, com todos os meus medos, desejos e fraquezas, e deixá-lo que me inunde, e na minha nudez suposta de peregrino espiritual, que eu possa ao menos sentir a centelha que tanto busco.
A anima primordial - Minh'alma.
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