terça-feira, 1 de abril de 2014

É assim que deve ser

Em nosso íntimo sabemos quais são os nossos anseios e desejos. Todavia, por que aquilo que idealizamos muitas vezes não se concretiza?
Por acaso a natureza, representação da harmonia celestial, ao incessantemente desejar a chuva em meio à estiagem é atendida? Ou mesmo os pássaros que imploram o fim das tempestades são atendidos? 
A magna natura, na infinita impressão da sabedoria do criador, nos demonstra o importante exemplo da resignação. Em sussurros o vento diz: “é assim que deve ser...”
É assim que deve ser em nossas vidas, mas por que optamos pela revolta infundada diante daquilo que nos acomete por um propósito maior? Estaria o ser humano tão cheio de si a ponto de imaginar que não existem propósitos maiores do que os seus?
Talvez sim, e isso explica muitas coisas...