O Eremita despertou para um novo dia, com a seguinte mensagem:
Não Julgar e não melindrar.
Refletiu, o porquê disso, já que na noite anterior, havia pedido aos céus que o direcionassem para a serenidade interior.
E assim compreendeu:
Quem julga escraviza o amor e aquele que melindra anula a gratidão.
Amar é se libertar e gratidão é reverenciar a evolução.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
O Verdadeiro Conhecimento
O Eremita, nos recônditos de sua alma, promove a catarse interior:
Conhecimentos, Conhecimentos e Conhecimentos....Quanto conhecimento a humanidade já produziu!
Em suas elucubrações e conjecturas, um vazio se apossa de sua alma, sensação fúnebre que ameaça perturbar a sua serenidade e esvair a fé que ostenta como seu lampião.
O Eremita por ora, se lamenta, de estar tão distante do conhecimento, se isolara de tudo em busca de sua verdade, da real sabedoria - medita.
O vazio continua a corroer, como uma voz que o julga: "Você não está contribuindo com o conhecimento? Qual é a sua contribuição para a Humanidade? Quantos livros já escreveu? Que assunto já desenvolveu?
- Maldita quimera! - Desabafa o hierofante. E se refugia em sua caverna, seu centro e começa a refletir.
Por que estou me comparando aos demais? Esqueci o meu propósito? Vãs filosofias de vida, nada passam senão de poeira! Tudo é transitório, não percebem? Gabam-se de deterem determinada perícia, mas e suas almas frágeis? Relegam-se ao ego que consomem a sua natureza.
Na sua retidão, a sua luz o ilumina sobre o seu propósito e constata que há uma área que o ser humano tem negligenciado - a doce arte de seus sentimentos.
E assim, exclama: "Não sou o tem que ser, eu Sou".
Conhecimentos, Conhecimentos e Conhecimentos....Quanto conhecimento a humanidade já produziu!
Em suas elucubrações e conjecturas, um vazio se apossa de sua alma, sensação fúnebre que ameaça perturbar a sua serenidade e esvair a fé que ostenta como seu lampião.
O Eremita por ora, se lamenta, de estar tão distante do conhecimento, se isolara de tudo em busca de sua verdade, da real sabedoria - medita.
O vazio continua a corroer, como uma voz que o julga: "Você não está contribuindo com o conhecimento? Qual é a sua contribuição para a Humanidade? Quantos livros já escreveu? Que assunto já desenvolveu?
- Maldita quimera! - Desabafa o hierofante. E se refugia em sua caverna, seu centro e começa a refletir.
Por que estou me comparando aos demais? Esqueci o meu propósito? Vãs filosofias de vida, nada passam senão de poeira! Tudo é transitório, não percebem? Gabam-se de deterem determinada perícia, mas e suas almas frágeis? Relegam-se ao ego que consomem a sua natureza.
Na sua retidão, a sua luz o ilumina sobre o seu propósito e constata que há uma área que o ser humano tem negligenciado - a doce arte de seus sentimentos.
E assim, exclama: "Não sou o tem que ser, eu Sou".
Assinar:
Comentários (Atom)